Não há forma mais bonita de ver o Porto do que atravessa a Ponte D. Luís. Ao atravessar a ponte a cidade mostra-se, genuína enquanto escorre pela encosta e vem atirar-se ao Douro. Vê-se uma e outra margem, os néons das Caves com nomes sonantes, as casas baixas, as novas brilhando entre as decadentes, esse ar meio medieval entre as arcadas escuras e as pedras gastas da calçada. O Douro omnipresente serpenteando apertado, moldando a vida ribeirinha enquanto leva os barcos rebelos até ao mar. Mas a Invicta não é só a nostalgia dos tempos passados, é a capital do Norte, uma cidade vibrante que vive intensamente a vida, quer seja na Casa da Musica, ou nos Aliados gritando o São João. É a cidade do Museu de Serralves e da Foz, das esplanadas cheias e teimam em não ir dormir.

Até há pouco tempo era um segredo bem guardado, a chegada dos voos Low Cost da Ryan Air veio abrir as portas da cidade ao mundo e trazer uma vaga de turistas que está a estimular e a desenvolver a hotelaria e a restauração.

Se a cultura de cocktail ainda não suplantou a do Gin Tónico, se no Porto se bebem finos em vez de imperiais pouco importa. Porque há tanto para ver, e o que há é bonito, bem pensado, feito com gosto. Os guias são sempre castradores, porque são curtos. Quando escolhemos falar de uns fazemo-lo em detrimento de outros, no nosso caso não por demérito, mas porque não há espaço. Por isso do Porto, fizemos o guia que cabia, aqui. Porque o Porto transborda de qualquer coração.

Terraplana

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Aberto em abril deste ano o Terraplana é aquele bar que apareceu e se tornou no sitio cool para os media, mas que na verdade ainda continua algo escondido, por entre as suas paredes rústicas no edifício discreto e antigo mesmo ao lado da Faculdade de Belas Artes.

Quase que nos perdemos pelo caminho, porque o pequeno painel de madeira que o anuncia se dilui nos azulejos azuis que cobrem a empena da casa. Entra-se e descobre-se um espaço que é resultado de um laborioso trabalho de recuperação do antigo edifício, trabalho esse que não lhe recusa a antiguidade, mas que o trouxe para os tempos modernos.

Somos primeiro colhidos pela grande ilustração que cobre o teto na sala inicial, depois pelo cru das pedras das paredes, pelas madeiras ou pelo ferro forjado que suporta o segundo andar aberto de forma a criar uma mezanine sobre o bar.

O projeto levou três anos a concluir e surge das viagens de dois Americanos e uma Sul Africana que se juntaram no Porto e finalmente se sentiram em casa. O terraplana está instalado no Bonfim, um local quase limítrofe do centro histórico do Porto e por isso mesmo ainda pouco explorado. Mickey McConnell queria fazer um bar de bairro, onde a comunidade local fosse a clientela principal, queria um espaço criativo. Trouxe por isso um conceito que viu em Londres e que junta um forno de pizza ao bar onde se faz cocktails. Há cervejas artesanais, vinho a copo, pequenas tapas e pizza. Há um cuidado especial nos cocktaisl e uma vontade de que todos se sintam em casa.

Há vitrais antigos encontrados em antiquários, agua aromatizada em cima do balcão e um espaço exterior com um pequeno palco que permite espetáculos nas noites de verão.

A carta de cocktails tem oito cocktails clássicos, com um pequeno twist. Provámos um Terraplana Café, feito com licor Patrón XO Café, vodka Ketel One e café, sentamo-nos ao balcão a ouvir histórias enquanto se via estender a massa da pizza e a vida a passar lá ao fundo da casa, na rua.

A visitar, não só porque se respira arte e bom gosto na pacatez do bairro, mas porque é um projeto de gente viajada e com muitas histórias para contar.

 

Rib – Pestana Vintage

Recentemente remodelado, o Pestana Vintage é um hotel situado na frente ribeirinha do Porto. Tem uma vista privilegiada para o Douro e para as Caves do Vinho do Porto em Gaia e vive paredes meias com a Praça da Ribeira, localização nobre na cidade. Do hotel fazem parte dois bares, bar Heritage e o bar do restaurante Rib Beef & Wine.

O bar do Rib é uma invulgar ilha que ocupa imponente a sala. É à volta dela que se vivencia o espaço, sentados nas cadeiras altas ou espalhados pelas mesas. Podemos passar ali como antecâmara de uma refeição preparada pelo Chef Rui Martins, ou podemos ir lá só que sim, o bar tem vida própria. Decorado para ser um espaço acolhedor, mas sofisticado, no Rib predominam os veludos e as cores fortes, com um toque kitch dado pelo papel de parede que simula uma floresta tropical. Tiago Moreira é o maestro do bar que aposta numa coquetelaria de autor e para todos os momentos, cocktails para se beber ao balcão, na espanada ou para harmonizar com as sobremesas do Chef. A última carta foi lançada no principio do verão e é uma volta ao mundo em cocktails. Provamos um Alcapone e um Elisabet II, cocktails residentes nas cartas sazonais. Costuma haver jazz e Dj aos fins de semana e há uma sala reservada para grupos. Quando for, espreite a garrafeira climatizada se a noite estiver boa aproveite a esplanada com vista para o Rio. O Rib é um bar de hotel, mas é um caso único no grupo Pestana, porque assume um nome e uma identidade própria. Um espaço sofisticado, urbano para noites calmas no coração da cidade.

Dick´s Bar no Yeatman

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Poderia falar de toda a opulência de um espaço como o do Yeatman, mas que importa o que de belo pode revestir os salões quando se tem aquela vista para a Ribeira do Porto?

Este que é considerado o melhor hotel vínico da Europa é a casa do Dick´s Bar, um bar distinto que se espalha por várias salas e um magnifico terraço sobre o rio. Aos comandos da casa está Pedro Arantes, foi ele que nos guiou pelas salas, pelas caves que que abrigam a grandiosa coleção de vinhos do Porto e pela essência do espaço que gere.

O Dick´s Bar é um bar de hotel, distinto por natureza, de decoração sóbria, clássica onde predominam os tons pastel que apelam à calma. Aberto em 2011 é um espaço capaz de criar vários ambientes, desde o espaço com o piano de cauda, aos sofás mais intimistas passando pela biblioteca que funciona como uma espécie de sala de fumo. Mas a joia da coroa é o terraço, espaço largo de onde se pode ver o por do sol e admirar o douro a correr para o mar.

O caracter vínico do hotel dita que os cocktails da casa tenham uma base vínica e há cerca de 1400 referências de vinho a copo, um número extraordinário. Ás quartas-feiras costuma haver um jantar vínico no restaurante que ostenta uma estrela Michellin e por vezes há sunset party no terraço. Os domingos à tarde são um momento forte de confraternização no terraço, mas há mais para fazer quer sejam provas de vinho ou uma visita ao Spa de vinoterapia.

O Dick´s acaba por ser um elemento que liga todos os elementos que compõem este hotel, um ponto de passagem, onde se descansa as vistas deste espaço tão faustoso que tem algo de pornográfico, seja pela beleza das obras de arte, o caracter luxuoso da construção ou nessa sensação de que a nossa carteira não vai chegar. Para visitar, nem que seja uma vez na vida, porque a beleza não tem preço.

Flow Restaurante & Bar

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O Flow abriu em dezembro de 2014 e inicialmente era um restaurante mediterrânico com sushi e bar mas que fluiu até se tornar numa charcutaria italiana. O espaço é amplo e marcado por uma arquitetura mediterrânica, com arcos, azulejos, tons de areia e candeeiros gigantes de verga. O toque é neo árabe, mas há algo de colonial no espaço que nos remete para o filme Casablanca.

O Flow navega entre a grande sala de jantar, o bar e um jardim interior.  Ás quintas-feiras há musica ao vivo, quer seja no piano que está a um canto da sala, um contrabaixo ou guitarra. Normalmente ouve-se musica lounge, baixinho como se fosse a banda sonora do nosso filme.

No bar somos recebidos por Pedro Guedes de Carvalho e são os seus cocktails que ditam a maré. Sejam um aperitivo para começar a noite ou um digestivo para fechar, na carta estão 20 cocktails, dois deles sem álcool. Provámos um Passionate Sunrise, uma mistura de tequila Reposado, Cointreau, Maracuja, lima e mirtilo e saímos de lá satisfeitos. A noite estava quente e o jardim interior composto com um animado jantar. Nos tetos mexiam-se pachorrentas grandes ventoinhas com pás de madeira a completar o espaço. Para voltar com tempo, jantar e sentar ao balcão beber um cocktail e depois sair para a noite do Porto que é bem animada ali para os lados da Rua da Conceição.

Fé Wine & Club

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Tropeçamos no Fé Wine & Club na esquina da Rua do Almada com a Praça Dona Filipa de Lencastre. A Esplanada em mesas altas de madeira está instalada à sombra do edifício e aguarda ainda o fresco da tarde para se encher de gente que procura um bar para beber vinho. Não importa a que horas for, se há ou não comer a acompanhar, o vinho só por si a brilhar. O Fé dá-nos essa oportunidade, de beber um vinho numa noite em que saiu com os amigos e poder beber um vinho de qualidade sem ser preciso ir a um restaurante. Aberto há cerca de três anos o Fé tem uma decoração peculiar, com paredes forradas com 10 toneladas de livros, que dividem os diferentes espaços. O bar ao fundo, com a sala espraiada à sua frente rodeada de montras para a rua, a sala á sua direita mais discreta e intimista e a cave que pelas noites se torna numa badalada pista de dança até às 04h00 da manhã.

Há uma carta de Gins e há tapas, mas o vinho é o rei do espaço. Mas o Fé é um conceito que não se esgota no seu espaço físico, é um conceito que vai a casa das pessoas, que organiza festas noutros espaços e que aposta sempre em formas inovadoras de comunicar e trabalhar com as marcas. Quer seja um Moppi personalizado ou uma publicidade em Holograma, o Fé destaca-se pela sua capacidade criativa e inovadora. É sobretudo um espaço que respira Félicidade!

Gin House

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O Gin House é um dos bares percursores da Gin Craze que invadiu as vidas dos portugueses. Aberto há cerca de quatro anos foi pioneiro na importação de Gins estrangeiros e abriu com cerca de 170 referências numa carta que se queria premium numa altura em que havia meia dúzia de Gins em circulação em Portugal. Chegaram a ter 370 referências embora esse número tenha vindo a regredir e a estabilizar. Quando abriram tinham a intenção de ser um Club e de privilegiar a degustação, mas foram vitimas do seu próprio sucesso e os seus 100m2 iniciais hoje contam com mais uma sala que por vezes se transforma em pista de dança e com um staff que é o dobro do inicial. O espaço é desprendido, há espelhos, cromados e paredes de tons escuros, a estrela é o Gin e é ele que brilha exposto no bar. A esplanada é o lugar mais apetecível nas noites de verão e costuma estar cheia, não importa o dia da semana. Nas mesas há copos de balão. Este é um espaço democrático e há Gins para todos os gostos, os conhecidos, os envelhecidos, portugueses, estrageiros e raridades. Um espaço incontornável para os amantes do Gin. Para ir e voltar vezes sem conta, que a carta é vasta e há muito que provar!

Plateia Bar – Hotel Teatro

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O antigo teatro Baquet, datado de 1859, foi remodelado e transformado num hotel que vive paredes meias com o Teatro Sá da Bandeira e encara de frente o antigo café (agora fechado) A Brasileira. É um edifício contemporâneo, envidraçado com uma pesada porta atravessada por pormenores em cobre que se abre lentamente para um ambiente escuro e misterioso, como se se tratasse da entrada da caverna do Alibabá. Ao mover a pesada porta passamos do calor abafado da rua para um lobby de hotel em que se caminha num chão de veludo por entres artefactos de teatro, mobiliário contemporâneo feito de madeiras, veludos e peles e embrenhamo-nos nesse ambiente obscuro pontualmente iluminado de cobres e dourados. Ao fundo vislumbra-se o bar, chama-se Plateia e Carlos Chaves é o cenógrafo deste placo, que recebe o público com um vinho do Porto e nos passa um menu que é uma autêntica peça de teatro.  Escrito por atos e com claras referências ao ambiente que o rodeia, mistura cocktails de autor e de assinatura, com nomes tão sugestivos como Shake´s Pear ou Betty Blue. Há o cocktail da semana com um preço mais apelativo e um espaço de sofás que ladeia as paredes da sala contigua. Podemos lá ficar simplesmente a olhar fascinados para o efeito ondulante do teto ou para os mitos do teatro. Um espaço que parece ser ainda mais procurado por estrangeiros do que pelos portuenses, mas que vale a pena visitar. Quer seja antes ou depois da peça de teatro, ou num dia que lhe apetece uma saída calma, num ambiente sofisticado e diferente.

NH Collection

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O NH Collection é um hotel pertencente a uma cadeia espanhola. No porto ocupa uma posição privilegiada na Praça da Batalha. É uma recuperação feliz de um antigo edifício que aproveitou algumas estruturas de pedra e lhe manteve a traça. O espaço é jovial e acolhedor, muito frequentado por estrangeiros que querem passar uns dias no centro da cidade. Há uma clara simbiose entre o espaço de bar e o de restaurante, pois enfrentam-se separados pelo corredor que nos leva ao lobby do hotel.  Esse espaço físico separa um serviço formal de um mais descontraído, porque as cartas servem-se de igual modos nos dois espaços. O espaço afirma-se como Gastrobar e conta com a predisposição do Chef Álvaro Costa para abrir ostras às quintas-feiras que se servem com Gin ou o Espumante com Seviche às sextas-feiras.  Há Dj com músicas do mundo ou da Motown ás quintas e música mais urbana às sextas a acompanhar os eventos. A carta de bar tem a consultoria de Diego Cabrera e é igual em todos os espaços NH Collection espalhados pelo mundo. Esse facto tira-lhe alguma personalidade, mas a equipa de bar liderada por Pedro Feliz recupera-a com simpatia, pinchos ao balcão e uma forma de estar mais informal que caracteriza um bar de hotel que tem porta direta para a rua. Local simpático para beber um Porto Tónico com um twist mesmo no centro da cidade.

Bar das Cardosas – Hotel Intercontinental

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O Hotel Intercontinental instalou-se no antigo Palácio das Cardosas em 2011. Situa-se na Praça da Liberdade encarando os Aliados.  Fez uma remodelação profunda do espaço e criou um hotel de cinco estrelas com um ar distinto, onde predominam os brancos e há obras de arte. O Bar das Cardosas está instalado no rés-do-chão e fica à direita do Lobby de entrada. Foi pensado para se vivenciar como se vivencia uma sala de estar. O conforto é a palavra de ordem no espaço que alberga um piano de cauda e tem as paredes forradas com pesadas estantes que lembram uma biblioteca cheia de livros. As cores são escuras, usam-se madeiras e veludos, a ideia é relaxar. O balcão impõe-se ao fundo do espaço, é uma estrutura de madeira sobranceira e é aí que a equipa de bar se atarefa entre vinhos do Porto, Gins Tónicos e a carta de cocktails que aposta numa coquetelaria clássica.

O público do hotel varia consoante a altura do dia, é uma mescla entre os hospedes e o passante da cidade. Ás quintas e sextas-feiras há música ao vivo jazz e piano e normalmente há uma música lounge baixa pelas tardes.

No que toca a cocktails a aposta passa pela base de vinho do Porto prestigiando o produto mais consagrado da cidade. Um espaço que é uma espécie de refugio para o rebuliço de um dos locais mais centrais do Porto.

Casa da Música

casa-da-musicaA Casa da Música dispensa apresentações, impõe-se na paisagem pela sua arquitetura e é um marco cultural da cidade. Mal se entra pelas portas respira-se arte e somos envolvidos nesse ambiente criativo e de sonho. Que há salas de espetáculos multifacetadas, espaços de ensaio e outras valências é do conhecimento geral, mas talvez escape a muito que há também um bar e restaurante no sétimo piso. É neste espaço, que montou na altura um sistema único de luzes no país, que se fazem eventos, o chamado Clubbing. As luzes descem, as mesas desaparecem e o espaço passa a ser dominado pelo bar, uma ilha ao centro do grande salão que tem capacidade para cerca de 900 pessoas. De momento está a funcionar apenas para eventos privados ou pontuais, como as sunset parties, mas há projetos já para 2017. O bar integra a arquitetura do edifício em volta da arte, tem uma decoração moderna e uma peça dominante de Cabrita Reis.

O Gin é um best seller, não tem carta de cocktails, mas tenta-se chegar ao cliente se este pedir algo em particular. Podem estar abertos até ás 4h da manhã a pedido do cliente.

É um espaço que faz parte da programação cultural da Casa da Música e que surge como forma de democratizar o acesso a este equipamento cultural.

Pausa Bar

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O Pausa bar é um espaço para relaxar, descontrair e abstrairmo-nos do que se passa para lá da montra da rua. Situa-se numa transversal no topo da Rua de Ceuta e assume-se como um espaço diferente na movimentada baixa da cidade. Os seus mentores desenharam um bar para durar e apostam em grupos pequenos, em clientes habituais e num ambiente selecionado.

A decoração é uma mescla entre objetos de design e outros trazidos pelos clientes. Há fotos e anúncios antigos pendurados nas paredes. Quando se entra deparamo-nos com uma sala com grandes cadeirões almofadados junto a paredes que são foram pintadas em tons terra claros. Segue-se um corredor, que dá a cesso a uma sala mais ampla e que é também o balção deste bar.

A carta é vasta e aposta nas Cervejas, mais de quarenta, nos Gins e nos cocktails clássicos. Ouve-se blues e rock americano, mas também se pode ouvir jazz.

Um espaço para recuperar energias e cultivar amizades, na intimidade das paredes dos locais que se frequenta pela vida a fora.

Vip Lounge – Porto Palácio

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A subida vertiginosa até ao 19º andar pode demover os mais céticos, mas a vista panorâmica do espaço vale o esforço até para quem tem vertigens. O Vip Lounge é um bar com terraço amplo do qual se avista o mar, o rio Douro e toda a Cidade do Porto. Mas ao entrar no espaço fechado, o mesmo acontece pois as paredes das salas são enormes painéis de vidro que nos permitem ver a cidade ali debaixo dos nossos pés. Quase que tocamos a Casa da Musica e vemos toda a Avenida da Boavista a correr apressada para a baixa.

O Porto Palácio é um hotel de 5 estrelas e é esse o ambiente que se vive no bar, um espaço decorado de forma sóbria, com a dignidade do piano de parede a um canto e os seus grandes cadeirões de veludo negro. O espaço assume-se como familiar, sendo os Brunchs de domingo um ponto alto e a musica ao vivo nos fins-de-semana uma atividade recorrente.

A carta de whiskies da casa é invejável, com mais de 160 referências, com algumas raridades pelo meio. Mas também há uma seleção de chás, cafés ou charutos. Um espaço multifacetado, cuja vista tanto pode embalar um fim de tarde romântico, uma reunião descontraída depois do trabalho ou o lazer das tardes de domingo. A carta de cocktails é sazonal e tem escolha para todos os gostos, como manda  o espaço, que se quer internacional e sofisticado.

 

 

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